27 de agosto de 2016

26 de agosto de 2016

Ela é como a Fênix



Ela nem sempre foi compreendida pela vida, mas também nunca deixou de ter fé no dia seguinte. 
Ela conhece os dias de luta e as suas próprias fraquezas.
Ela já quis desistir é claro e não foram poucas as vezes que o mundo parecia não fornecer abrigo nenhum.
Ela teve lágrimas de sangue mas as borboletas de sua alma nunca deixaram de voar.
Ela se trancou dentro de casa enquanto lá fora chovia tanto que os seus olhos podiam ter inveja do suposto sufoco que o céu despejara.
Ela sempre foi humilde e serena, era a própria gratidão em dias de sol.
Ela morreu.
Ela viveu.
Ela sofreu.
Chorou.
Acreditou.
E mais uma vez caiu.
Ela se levantou e deu a volta por cima.
Ela é como a fênix.
Ela descobriu ser a própria brisa e calmaria.
Ela poderia ser a tempestade em forma humana mas preferiu ser refúgio.
Ela não é intacta, tem feridas que ainda não fecharam, mas seu coração é com certeza a parte mais bonita do amor. Ela é o amor.

( Vitor Ávila )



Quando li esse texto achei que é a cara da minha filha. Ela morreu, viveu, sofreu, caiu, renasceu, reviveu, e mesmo com tantas coisas que ela passou ela é doce, alegre, inteligente e sempre grata por tudo. 
Te amo filha!



2 de agosto de 2016

Bordado de Deus


Sou um bordado nas mãos de Deus.
Ele me tece,
Eu cresço.

(Adriana Silva)

Dedico esse texto à minha querida filha Jaqueline, um exemplo de filha corajosa, forte, guerreira, carinhosa, grata e sorridente.